top of page

Dermatologista Especialista em Melasma

  • Foto do escritor: Dra. Patrícia Ishiy
    Dra. Patrícia Ishiy
  • 17 de ago.
  • 4 min de leitura

O melasma é uma condição caracterizada pelo surgimento de manchas acastanhadas, principalmente no rosto, que pode afetar significativamente a autoestima e a qualidade de vida.

Apesar de ser uma condição muito comum, seu tratamento pode ser desafiador. Isso acontece porque o melasma é influenciado por diferentes fatores, como exposição à radiação ultravioleta e à luz visível, predisposição individual, alterações hormonais e processos inflamatórios.

Por isso, não existe um único tratamento ou uma fórmula pronta para todos os pacientes.


O que é melasma?

O melasma se manifesta principalmente como manchas acastanhadas, geralmente simétricas, que aparecem com maior frequência na testa, bochechas, nariz e região acima dos lábios.

É mais comum no rosto, mas também pode ocorrer em outras áreas expostas ao sol, como no colo e braços. 

O melasma não é uma doença contagiosa e não representa, em geral, um problema de saúde grave. Entretanto, pode ser persistente e apresentar períodos de melhora e piora.


Por que o melasma aparece?

O desenvolvimento do melasma é multifatorial.

A exposição à radiação ultravioleta é um dos principais fatores relacionados ao surgimento e à piora das manchas. A luz visível também pode contribuir para a pigmentação, especialmente em determinados tipos de pele.

Além disso, fatores hormonais, predisposição genética, calor e processos inflamatórios podem participar do desenvolvimento e da manutenção do quadro.

Por isso, controlar os fatores que estimulam a pigmentação é tão importante quanto tratar a mancha que já está presente.


Melasma tem cura?

O melasma pode ser controlado, mas apresenta tendência à recorrência.

Mesmo quando as manchas melhoram significativamente, novos episódios podem acontecer, principalmente após exposição solar ou a outros fatores desencadeantes.

Por isso, o tratamento não termina quando a mancha desaparece.

Uma parte fundamental do acompanhamento é estabelecer uma estratégia de manutenção e prevenção de novas pigmentações.


Como é feito o tratamento do melasma?

O tratamento é individualizado e pode envolver diferentes estratégias, dependendo da intensidade do melasma, características da pele, histórico do paciente e tratamentos realizados anteriormente.

Podem ser utilizados:

  • Fotoproteção adequada;

  • Medicamentos e produtos tópicos;

  • Tratamentos orais em pacientes selecionados;

  • Peelings;

  • Microagulhamento; 

  • Lasers e outras tecnologias;

  • Combinações de diferentes tratamentos.

Nem todo paciente precisa de todos esses recursos.

O objetivo é escolher a estratégia mais adequada para cada caso, evitando tratamentos agressivos que possam provocar inflamação e piorar a pigmentação.


Protetor solar é realmente importante para quem tem melasma?

Sim.

A fotoproteção é uma das principais bases do tratamento.

Além da proteção contra a radiação ultravioleta, pacientes com melasma podem se beneficiar de estratégias que também reduzam a exposição à luz visível, como o uso de protetores solares com cor contendo pigmentos capazes de auxiliar nessa proteção.

A proteção deve fazer parte da rotina diária, inclusive nos períodos em que a exposição solar não parece intensa.


Quem tem melasma pode fazer laser?

Pode, mas é necessária uma avaliação cuidadosa.

Alguns lasers e tecnologias podem ser utilizados como parte do tratamento do melasma, especialmente em casos selecionados.

Entretanto, procedimentos que provocam inflamação na pele podem, em determinadas situações, desencadear ou piorar a pigmentação.

Por isso, mais tecnologia nem sempre significa melhor resultado.

A escolha do procedimento, dos parâmetros e do momento adequado para realizá-lo é fundamental.


Por que procurar um dermatologista com experiência em melasma?

O melasma pode parecer apenas uma “mancha”, mas seu tratamento exige compreender os diferentes mecanismos envolvidos na pigmentação.

Durante a avaliação dermatológica, é importante identificar:

  • Padrão e profundidade da pigmentação;

  • Características da pele;

  • Possíveis fatores desencadeantes;

  • Histórico de tratamentos;

  • Resposta a tratamentos anteriores;

  • Rotina de fotoproteção;

  • Expectativas do paciente.

A partir disso, é possível elaborar um plano de tratamento individualizado e acompanhar a evolução ao longo do tempo.


Tratamento do melasma com abordagem individualizada

Minha abordagem para o melasma é baseada em avaliação clínica, conhecimento científico e acompanhamento individualizado.

O objetivo não é apenas clarear as manchas, mas entender os fatores que contribuem para sua manutenção e estabelecer uma estratégia que possa ser mantida a longo prazo.

Como o melasma pode apresentar períodos de melhora e recidiva, o acompanhamento dermatológico é importante para ajustar o tratamento de acordo com a resposta da pele.

Se as manchas do melasma incomodam você ou se os tratamentos anteriores não proporcionaram o resultado esperado, uma avaliação dermatológica pode ajudar a identificar uma estratégia mais adequada.

Agende sua consulta

Cuide do melasma com um tratamento planejado para a sua pele.

Agende uma consulta com a Dra. Patrícia Ishiy, dermatologista com pesquisa de doutorado com ênfase em melasma, para uma avaliação individualizada e descubra quais opções de tratamento podem ser indicadas para o seu caso.



Perguntas frequentes sobre melasma


Melasma tem cura definitiva?

O melasma pode ser controlado e apresentar grande melhora, mas existe tendência à recorrência. Por isso, manutenção e fotoproteção são fundamentais.


Qual é o melhor tratamento para melasma?

Não existe um único tratamento considerado o melhor para todos. A estratégia depende das características do melasma e da pele de cada paciente.


Quem tem melasma pode usar laser?

Em casos selecionados, sim. Entretanto, alguns procedimentos podem causar inflamação e piorar a pigmentação. A indicação deve ser individualizada.


Protetor solar com cor é melhor para quem tem melasma?

A fotoproteção é fundamental. Os protetores com cor podem oferecer proteção adicional contra parte da luz visível, especialmente quando contêm pigmentos adequados.


O melasma pode voltar depois do tratamento?

Sim. A recorrência é comum, principalmente quando existem novos estímulos, como exposição solar. Por isso, o tratamento deve incluir uma estratégia de manutenção.


Melasma piora no verão?

A maior exposição à radiação solar durante períodos de maior exposição pode favorecer a piora da pigmentação. A fotoproteção deve ser reforçada nesses períodos.


 
 
 

Comentários


logo_rodapé-17.png

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

Segunda a Sexta: 8h às 19h

Sábado e Domingo: fechado

REDES SOCIAIS

VILA OLÍMPIA

Rua Funchal, 263, Cj. 131
Vila Olímpia, São Paulo

(11) 3045-1513
(11) 95057-0406
(11) 95058-0131

MAPA DO SITE

  • Branca Ícone Instagram
  • White Facebook Icon
  • White LinkedIn Icon

MOEMA 

RESPONSÁVEL TÉCNICO

Dra. Patrícia Sayuri Ishiy 

CRM 175579 | RQE 86285

Av. Ibirapuera, 2907 / Cj. 813

Moema, São Paulo

(11) 92079-1409

LINKS RÁPIDOS

COPYRIGHT © 2022 PATRÍCIA SAYURI ISHIY | DESENVOLVIDO COM     POR MARKETINGPARACONSULTORIO.COM.BR

bottom of page